De campanhas rodando há meses sem resultado consistente para pipeline previsível com decisores reais
Software B2B de gestão operacional com ticket médio de R$ 28.000/contrato anual. A empresa tinha entre 8 e 12 leads por mês vindos de tráfego pago — mas apenas 1 ou 2 tinham perfil real de compra. O restante eram analistas, estagiários e tomadores de decisão de empresas fora do ICP. O time de vendas gastava 70% do tempo em prospects que nunca iam comprar.
As campanhas de Google Ads usavam correspondência ampla em termos genéricos como "software de gestão" e "sistema para empresas". O LinkedIn Ads segmentava por interesse em "gestão empresarial" — alcançando estudantes e funcionários de todos os níveis. Não havia remarketing estruturado, não havia integração com o CRM e os relatórios da agência anterior mostravam apenas CTR e CPC — métricas que não refletiam nenhum resultado de negócio.
1. Reestruturação do LinkedIn Ads por cargo e empresa: segmentação passou de interesse genérico para cargos específicos (Diretor, VP, CEO, Head de Operações) + tamanho de empresa (50–500 funcionários) + setores-alvo. Lead Gen Form com qualificação inline — o lead informa cargo, empresa e número de usuários antes de enviar.
2. Google Ads com termos de intenção de decisor: lista negativa de 280 termos irrelevantes, correspondência exata e de frase para termos de alta intenção comercial, campanha separada para branded dos concorrentes diretos.
3. Sequência de remarketing de 90 dias: três fases — reconhecimento (dias 1–30), comparação (dias 31–60), decisão (dias 61–90) — com criativos e copies específicos para cada momento da jornada de compra.
Primeiros 30 dias: reestruturação completa das contas, implementação de conversão offline integrada ao HubSpot, lançamento das campanhas LinkedIn reestruturadas e Google Ads com nova estrutura. CPL subiu 22% nas primeiras duas semanas — esperado, porque o volume de leads inqualificados foi zerado.
Dias 31–60: primeiro ciclo de otimização com dados de qualidade. LinkedIn Ads atingiu 78% de leads com cargo de decisor validado. Google Ads passou a converter 3,1× mais em termos de negócio real. CAC começou a cair.
Dias 61–90: remarketing ativado com base na audiência de leads qualificados acumulada. Taxa MQL→SQL saiu de 12% para 34%. Pipeline previsível estabelecido.
"Tínhamos campanhas rodando há meses sem resultados consistentes. A ScaleBridge reestruturou tudo em 30 dias: LinkedIn Ads segmentado por cargo, Google Ads para intenção de compra e retargeting via Meta. Em 60 dias, nosso CAC caiu 40% e triplicamos as reuniões com decisores reais. É uma equipe que entende o ciclo de venda B2B de verdade."
O problema de "tráfego pago que não funciona" em B2B quase nunca é o canal — é a segmentação e o tracking. LinkedIn Ads com cargo correto + Google Ads com intenção de compra + remarketing de ciclo longo é a arquitetura mínima viável. Sem os três funcionando juntos e integrados ao CRM, qualquer resultado é acidental.